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Agendas Temáticas

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As Agendas Temáticas de Investigação e Inovação visam mobilizar peritos de instituições de I&D e de empresas na identificação de desafios e oportunidades a nível do sistema científico e tecnológico nacional, nomeadamente numa perspetiva de médio e longo prazo. É esperado que as agendas possam igualmente contribuir para o desenvolvimento de investigação e inovação dando contributos para a resposta a problemas ou necessidades de diferentes setores da sociedade.

O processo – inclusivo e dinâmico – de desenvolvimento das agendas, envolvendo peritos com origem na academia, centros de investigação, empresas, entidades públicas e cidadãos, num quadro de diálogo entre diferentes atores nacionais, permite especificar as áreas que se configurem como emergentes e promissoras para a Investigação e Inovação portuguesa, numa perspetiva de médio e longo prazo, até 2030.

A elaboração das agendas temáticas tem como principais objetivos promover a reflexão coletiva sobre a base de conhecimento de suporte ao desenvolvimento científico, tecnológico e socioeconómico do país nos temas em questão.


Os principais objetivos das agendas temáticas são:

  • A promoção do diálogo entre as comunidades científicas e empresariais, conjugando-se as capacidades e necessidades dos investigadores, dos cidadãos, das empresas, da Administração Pública e de organizações da sociedade civil;
  • A constituição de uma visão de médio e longo prazo sobre o sistema português de investigação e inovação, bem como de linhas de I&I mais promissoras para a concretização dessa visão em cada uma das áreas temáticas;
  • A contribuição para a construção de fontes de informação suscetíveis de inspirar e sustentar os processos de decisão, nomeadamente no que respeita às estratégias de internacionalização de I&I, bem como às agendas de investigação das instituições e dos seus investigadores.

O processo de desenvolvimento das agendas temáticas de I&I privilegia uma abordagem inclusiva e bottom-up, baseada no envolvimento das comunidades científicas, tecnológicas e empresariais, e de outras entidades. Este processo inspira-se em práticas internacionais de criação de agendas estratégicas e mobilizadoras de investigação e inovação.

Cada Agenda foi desenvolvida por grupos de peritos com representantes das comunidades científicas e empresariais. A constituição dos grupos de peritos concretizou-se a partir de convites dirigidos a responsáveis de unidades de I&D e de empresas para indicação de especialistas, bem como de convites diretos da FCT a peritos procurando acolher as diferentes valências do tema.

Embora a FCT promova o apoio técnico e logístico necessário ao funcionamento dos trabalhos, incluindo a proposta de estrutura de conteúdos, cabe aos grupos de peritos a principal responsabilidade sobre a produção dos conteúdos em cada agenda. A estrutura temática interna de cada agenda é definida pelos grupos de peritos que, ao mesmo tempo, escolhem os peritos que assumem responsabilidades de relator e de coordenação.

Este processo inovador e dinâmico visa estimular a troca de ideias entre comunidade científica e empresarial num contínuo diálogo com vista à construção de uma agenda partilhada.

Foi ainda promovida uma consulta pública à comunidade, sobre as principais questões a desenvolver, havendo lugar igualmente a uma consulta a organismos da Administração Pública através de um questionário específico.

 

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